Artista japonês Takashi Murakami encheu de 15 quartos no Palácio de Versalhes, com sua primeira grande retrospectiva na França. Foram 22 obras que se instalaram entre os quartos , salões e jardins do Palácio Real do sec. XVII. Inacreditável é que mais de 11.000 pessoas assinaram uma petição alegando o quão degradante e desrespeitosa é a exposição do provocador Takashi Murakami com suas obras inspiradas no universo pop e sensual dos mangás. Ele afirmou que a exposição foi um "face-off entre o período barroco e do pós-guerra no Japão". Longe de ser obcecado por sexo, ele é apenas um artista normal, disse ele, tentando descrever o "monstro social". A exposição infelizmente acabou agora no dia 12 de Dezembro.
http://www.guardian.co.uk/world/gallery/2010/sep/10/takashi-murakami-palace-versailles
sábado, 18 de dezembro de 2010
Ignacio Canales Aracil
http://maisarquitetura.com.br/escultura-com-flores-secas-por-ignacio-canales-aracil
andrea velloso
Minha primeira exposição, e felizmente no Rio, lugar onde eu nasci e onde nasceu meu trabalho e onde estão minhas camadas principais. Espero que todos possam ver essa seleção especial, principalmente o Raymundo Collares, que foi com quem trabalhei por dois anos. Fui sua assistente no MAM do RJ em 1982 /83, qdo tinha 15/16 anos e ver uma de suas obras nas mesmas paredes que eu...é um verdadeiro luxo e gde honra pra mim, for sure!
A imagem escolhida foi a foto Cagarras da série Rio Camadas.
A imagem escolhida foi a foto Cagarras da série Rio Camadas.
Haegue Yang
Haegue Yang é uma artista coreana que acabo de conhecer numa das minhas insonias matinais. Confesso que foi um belo encontro as 5:30 da manhã qdo comecei a entrar nesse universo oculto e sensorial incrível que ela propõe de tantas formas. Yang, nascida em Seul, em 1971, mostrou seu trabalho principalmente na Europa e na Ásia, mas recentemente começou a expandir sua presença nos EUA. Atualmente tem espaço consagrado pelo mundo, especialmente depois de ser convidada para o Pavilhão coreano da 53 ª Bienal de Veneza. O trabalho de Haegue Yang é marcado por uma preocupação especial com a coexistência de formalismo e emoção, determinação e improvisação. Yang freqüentemente usa persianas em suas instalações de meditação, as intervenções de arquitectura e escultura como uma espécie de ruptura imperfeita, uma fronteira espacial com diferentes linhas de visão e movimento, que é facilmente transgrecível visualmente, auditivamente e fisicamente. Nestes trabalhos, a eletricidade funciona como uma conexão invisível entre objetos, pessoas e idéias, é a fonte de aproximações artificiais de experiências sensoriais, como luz, calor e umidade, que invocam outros lugares, outras pessoas, a aflição, conforto, o aspecto familiar ou, talvez, algo de profundamente esquecido.
Ela evoca, como na Série de Arranjos Vulneráveis -Voz e Vento (2009), a sombra de lugares e experiências que não estejam fisicamente presentes. Ventiladores elétricos e atomizadores de cheiro funcionam como estímulos sensoriais infundindo a instalação com sutis experiências táteis e olfativas que invocam a subjetividade do visitante como um elemento-chave para o significado do trabalho. O sistema labiríntico de suspensão das persianas reflete uma seleção personalizada de cores e padrões inclassificável que, segundo a artista, "existem na margem de gosto." Evitar a conceitos rígidos de concepção onde a decoração funcional para a casa enfatiza a não-estética da esfera privada, onde "o eu é cuidado e contemplado, e pode ser compartilhado de uma maneira diferente", diz Yang. Luzes vermelho-sangue, azul e branca, o círculo da sala, evocando tanto sol e holofotes. Sombras, estranhamente orgânicas aparecem e desaparecem nas paredes brancas. É no espaço entre as pessoas que ela esta interessada, em perceber como nunca se esta sozinho. Você pode ver outras pessoas caminhando pela penumbra, na meia-luz. Você está compartilhando sem compartilhar. "
Haegue Yang acredita na "ocultação" de histórias. Usando a visão, som, calor, vento,
luz, por vezes mesmo aroma - que ela pretende criar um sentido de narrativa de transmutação íntima em ambientes sensoriais. A instalação multimídia é a manifestação de uma narrativa não dita entre público e privado onde investiga uma geografia emocional. A falecida escritora francêsa Marguerite Duras, nascida na Indochina, foi outra influência forte no seu trabalho, disse Yang.
Ela explora nosso sentido infinito de ser parte de um universo maior.
domingo, 5 de dezembro de 2010
Sesc Belenzinho
O Sesc Belenzinho inaugurou dia 4 de dezembro sua maior sede no país com 35 mil m 2, e como de costume reuniu uma turma muito seleta e especial de artistas pra ocuparem seus espaços. Caio Reisewitz tem instalação chamada Ituporanga, um back-light e uma instalação com audio e back movimento. Lucia Koch apresenta sua instalação reflexiva pelas paredes de vidro, Gérson de Oliveira e Luciana Martins com seus huevos revoltos instalados na área da piscina e Ana Tavares com a uma instalação permanente nos jardins. Vale conferir esse novo espaço!
SESC BELENZINHO
5 de dezembro a 8 de março de 2011
3º a 6º de 9:00 as 21:00
Rua Padre Adelino 1000
http://www.sescsp.org.br
SESC BELENZINHO
5 de dezembro a 8 de março de 2011
3º a 6º de 9:00 as 21:00
Rua Padre Adelino 1000
http://www.sescsp.org.br
andy denzler
Andy Denzler nasceu e vive em Zurich, e trabalha com pintura de óleo, escultura e desenhos. Sua pinturas evocam diretamente a memória distante. As obras realistas nos levam pra um momento fugaz e o efeito borrado e com ruídos, como as antigas VHS quando falhavam a imagem, criam uma certa desconexão entre o sujeito e o espectador. Essa distorção aproxima as imagens da fotografia e do movimento e revelam sempre momentos íntimos e privados, que nos remetem a nebulosidade das lembranças e memórias.
http://www.andydenzler.com
http://www.andydenzler.com
sábado, 27 de novembro de 2010
Gabriel Dawe
Gabriel Dawe faz instalações de grande escala A série Plexus das instalações site-specific são um reflexo de nossa necessidade de abrigo. Dawe explica melhor o conceito: "Entre inúmeras outras razões, nós usamos roupas para nos proteger dos elementos, da mesma forma, uma das funções da arquitetura é proteger-nos da inclemência do tempo. Ao tomar o principal componente do vestuário.. - costura - e gerando uma estrutura arquitetônica, escala e material são revertidos para criar uma nova construção que abriga não mais as necessidades materiais do corpo, mas cria algo que é um símbolo da humanidade, as estruturas não-físicas que precisamos para sobreviver como uma espécie. "
http://www.gabrieldawe.com/
http://www.gabrieldawe.com/
We Make Carpets
Os designers Stijn van der Vleuten e Marcia Nolte e o artista plástico Bob Waardenburg foram convidados pra fazer um tapete de floresta para A Dutch Desing Week 2009. Na feira do ano seguinte fizeram um novo tapete de garfos com cores muito especiais, e com isso agora se cocentram em tapetes feitos com produtos do uso diario, como o macarrão , algodão, tijolos, copinhos de café etc.
Sem um esboço ou plano (exceto para o material escolhido) começam a trabalhar no tapete, resultando em um processo de improvisação até o tapete terminado aparecer.
Com a grande quantidade de diferentes materiais disponíveis no mercado hoje, eles sabem que as possibilidades são infinitas.
David Hockney
Com os nadadores abaixo (Wayne Levin), acabo de me lembrar de "Cameraworks" de David Hockney maravilhoso
Joschi Herczeg e Daniele Kaehr
O duo artístico Joschi Herczeg e Daniele Kaehr criar ilusões usando explosões de luz, pirotecnias de alta complexidade. Em sua série de explosões, eles construíram um detonador feito por encomenda, que é conectado às câmeras e sincronizado para tirar uma foto no momento exato da explosão.Desta forma, eles foram capazes de capturar o movimento e tempo em uma fração de segundo. A fascinação pela ordem e o caos e o congelamento de uma criação efêmera, cada imagem é como uma escultura. Os próprios artistas não tinham certeza da forma, cor e tamanho que se formaria. As explosões ocorrem no ambiente doméstico trazendo sentimentos de ansiedade e agitação.
Wayne Levin
Wayne Levin ganhou do pai, com 12 anos de idade, uma câmera e um kit para desenvolver sua próprio estilo. Viajou ao redor do mundo, e começou a documentar suas viagens. Foi durante suas freqüentes viagens ao Havaí que encontrou sua vocação, primeiro como fotógrafo subaquático de surfistas e, mais tarde, como um artista que queria captar a vida marinha de um modo totalmente diferente. Como afirma seu site, um amigo sugeriu que ele fotografasse os golfinhos na Baía de Kealakekua, o que levou a uma re-imersão em fotografia subaquática. Durante os anos seguintes, ele recebeu convites de revistas para fotografar todo o Pacífico e desenvolveu seu trabalho com o preto e branco. Suas fotos aumentam o mistério dessa massa de água.
http://www.waynelevinimages.com/images
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
susan hefuna
Hoje me deparei com a artista egípcia Susan Hefuna, que tem um trabalho baseado na forma abstrata de estruturas, especialmente as orgânicas, pixels, dna, módulos, formas arquitetônicas como as masharabiyas (telas de madeira entalhada encontrada em casas do Cairo e em todo o oriente médio) em muitas escalas e layers. Me identifico tb com seus desenhos feitos em camadas e mais camadas de papel vegetal. Ela usa a metáfora do Mashrabiya para mostrar que o que está oculto e que é visto.
O CCBB do Rio de Janeiro apresenta a exposição “Miragens”, e traz 85 obras de arte contemporânea de artistas destacados no cenário internacional e que têm em comum o universo cultural islâmico, até o dia 26 de dezembro, com entrada Catraca Livre.Com curadoria de Ania Rodríguez.
As obras vêm de coleções européias e norte-americanas, como Saatchi Gallery, Saeb Eigner Collection, October Gallery e Rose Issa Gallery, em Londres, Gladstone Gallery, em Nova York, e acervos de Paris e Istambul.“Desfazer o espelhismo que nubla o conhecimento do outro, deixando as vozes dos portadores atravessarem nossas próprias certezas, é o desafio da mostra”, afirma Ania Rodríguez.“Os artistas convidados para a mostra são: Shadi Ghadirian, Shirin Neshat, Bita Ghezelayagh (Irã), Khaled Hafez e Susan Hefuna, Wael Shawky (Egito), Ali Talib, Hassan Massoudy, Hassan Massoudy (Iraque), Halil Altindere, Sener Ozmen (Turquia), Kamel Yahioui (Argélia), Laila Shawa, Malileh Afnan, Taysir Batniji (Palestina), Lucia Koch (Brasil), Mounir Fatmi (Marrocos), Shezad Dawood (Inglaterra) e Ramia Obaid (Síria).
http://www.susanhefuna.com/
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Hanging Garden
A instalação de árvores em grande escala num lugar sagrado e abandonado, uma igreja do século XlX de Santa Cruz em Mount Adams
artist: Shinji Turner-Yamamoto
local: Holy Cross Church, 1055 St. Paul Place, Cincinati, Ohio, USANascido em Osaka, no Japão, Shinji Yamamoto-Turner estudou afresco na cidade de Kyoto University of Arts. Patrocinado pelo governo italiano, ele estudou na Accademia di Belle Arti di Bologna, onde viveu durante onze anos. Seus prêmios incluem o 1999-2000 Pépinières Européennes pour Jeunes Artistes e 2000 o primeiro prémio internacional da Targetti Light Art Collection. Sua obra está em colecções públicas e privadas na Suíça, Finlândia, Índia, Japão, Itália e Estados Unidos. instalações site-specific incluem Museo d'Arte Contemporanea Villa Croce, Génova, Stazione Leopolda, Florença, Torre Roches, Cork, na Irlanda, a Fundação Sanskriti, Nova Deli e Bija Navdanya e Vidyapeeth, Dehradun, na Índia para a UNESCO-Aschberg Bolsas para Artistas, Kiyomizu Templo e Saigyo-Quioto. Uma Exposição recente inclue Kyoto Art Walk, convite de uma organização internacional para intervenções em templos de Quioto e do Castelo Nijo entre muitas outras. O global tree project, do qual participa com este trabalho acima, é uma iniciativa internacional que foca especialmente as conecções entre audiências e o mundo natural.
http://yamamotoshinji.net/index_1.htm
http://globaltreeproject.org/
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Ernesto Ballestros
Encobertas - Com suas Fontes de Luz Encobertas, Ernesto Ballestros exibe seu trabalho de interferências realizadas sobre a produção fotográfica. Utilizando a técnica de marcação da imagem com caneta permanente, o artista encobre os pontos de luz em suas fotografias para, em suas palavras, “tornar mais visíveis as luzes refletidas na cidade, as texturas das superfícies, penumbras e a diversidade de cores quase imperceptíveis de seus tênues reflexos”. As dez fotografias, realizadas em 2005, que compõem a mostra, retratam a sua cidade natal, Buenos Aires. http://www.ernestoballesteros.com
Encobertas – Ernesto Ballesteros”
Abertura: 5 de novembro, às 19hVisitação: até 5 de dezembro de 2009
Segunda a sexta, das 10h às 19h
Sábado, das 11h às 15hLocal: Galeria Nara Roesler
Av. Europa, 655 - São Paulo
Tel.: 11 3063-2344 Fax: 11 3088-0593
Encobertas – Ernesto Ballesteros”
Abertura: 5 de novembro, às 19hVisitação: até 5 de dezembro de 2009
Segunda a sexta, das 10h às 19h
Sábado, das 11h às 15hLocal: Galeria Nara Roesler
Av. Europa, 655 - São Paulo
Tel.: 11 3063-2344 Fax: 11 3088-0593
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