







Acabo de conhecer o trabalho do artista Derick Melander,nascido em Saratoga Springs, NY em 1964. Seu pai era um pintor abstrato conhecido por misturar materias inusitados, como vidro espelhado, papel contact, pintura de casa etc. Atualmente mora em Nova Iorque e tem uma Organização de artes chamada TAG. Cria suas esculturas com roupa de segunda mão.
Eu adoro mergulhar de garrafa, apesar de não ter parceiros pra isso atualmente (uma lastima! ) e quando aprendi a mergulhar `a 30 metros, íamos a noite com um facho de luz, e era incrível ver os seres marinhos com suas luzes internas fluorescentes, de varias cores. Claro que a água cristalina ajudou muito, na época foi na Martinica, na ilha "Le diamant". Um mundo novo que jamais imaginei e muitos desses seres só saem das tocas durante a noite. Agora os cientistas estão perto de terminar um levantamento das criaturas invisíveis a olho nu que vivem no fundo dos oceanos do planeta. O projeto faz parte do Censo da Vida Marinha que deve ser concluído até outubroL. P. Madin/Instituto Oceanográfico Woods Hole


"I will not make any more boring art”Curadoria: Jessica Morgan, Leslie Jones e Bartomeu Marí. Exposição organizada pela Tate Modern, em Londres, em associação com o Museu de Arte Contemporânea de Barcelona (MACBA). www.macba.es
| John Baldessari. Pura bellesa | |
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Isfahan, cidade cerca de 400 km ao sul de Teerã no Irã, virou outro destino dos meus sonhos, assim como a Turquia. Ando fascinada com os azulejos e pastilhas ancestrais de ambos. Fico deslumbrada com as texturas impressionantes dessas construções. Soube que a cidade é coberta de telhas azuis e muitas pontes, além de ser conhecida por ser uma das cidades mais descontraídas, com pessoas sociáveis, cheia de jardins e com um bazar perfeito pra se perder (o bom humor nessas viagens é item fundamental!)
O nome da cidade vem do século 16 e significa "a metade do mundo". As fotos acima são da maravilhosa Mesquita Imam, um magnífico edifício completamente coberto de azulejos azuis, marca de Isfahan. Esta mesquita está situada ao sul de Naqsh-e -Jahan ,construído no reinado do xá Abbas.
O artista americano James Welling abriu uma exposição de fotográfias em Nova York, na David Zwirner Gallery. Glass House se chama a série de fotografias da residência modernista de Phillip Johnson de 1949.http://www.forumpermanente.org/.event_pres/exposicoes/galeria-expandida/programacao/
www.lucianabritogaleria.com.br
Concordo plenamente com a Regina Silveira, no que se refere `a exposição do Hélio Oiticica. Realmente é uma questão delicada a forma de rever o trabalho de alguns artistas, e no caso dele, acho as imagens de registro e os documentários cumprem bem essa homenagem.


Ai Weiwei no Turbine Hall da Tate
Hoje foi um dia especial , que entendi de forma diferente o quanto somos contagiados e permitimos que algo se instale. Essas fotos estavam comigo havia tempo, e não sei de quem são, mas elas representam muito bem esse estado onde uma idéia toma conta e finalmente voce pode relaxar...pois as coisas agora começam a fluir com mais certeza.
Os escritos, pensamentos e obras de Hélio Oiticica
De 21 de março a 16 de maio o Itaú Cultural apresenta ao público Hélio Oiticica – Museu é o Mundo, com curadoria de Fernando Cocchiarale e César Oiticica Filho. A abertura para convidados acontece no dia 20, a partir das 11h, com apresentação da escola de samba Mangueira e uma intervenção artística com Jards Macalé e o Teatro Oficina no Rhodislândia – penetrável que durante o período da exposição receberá intervenções com artistas que estão sendo convidados para realizá-las em alguns finais de semana.
Mostra homenageia 30 anos da morte deste vanguardista da arte brasileira e reúne mais de 100 obras, sete vídeos e textos escritos por ele que revelam o seu processo criativo. De acordo com a curadoria, trata-se da maior exposição já feita em São Paulo sobre o processo criativo de Oiticica. Hélio Oiticica – Museu é o Mundo ocupa os três andares do espaço expositivo do instituto e ainda exibe alguns Penetráveis em espaços públicos como a Casa das Rosas, o Teatro Oficina, a Pinacoteca do Estado, o Parque Ibirapuera e o Parque Mário Covas. A mostra perfaz um resumo da gestação textual e da produção da obra desse artista seminal da vanguarda brasileira dos anos 50, 60 e 70. Os textos que ele deixou com as suas reflexões sobre arte formam, com a obra, o conjunto para que o visitante entenda a gênese e execução do seu trabalho.
veja o texto no site: http://www.canalcontemporaneo.art.br
Ontem começou a exposição nova do Lucas, e foi um momento de encantamento ver esse quarto respirando luz , temperatura e o decorrer do tempo...As paredes deslizam presenças e memórias. surpreendente!O espaço interior é, a princípio, a representação de um apartamento vazio moldado por sugestões visuais projetadas em suas paredes, janelas e portas – ora reais, ora fictícias. Trata-se de uma arquitetura preenchida por outra, um lugar que se transforma em vários.
As cenas apresentam partes de quartos e cômodos provisórios, captadas ao longo dos últimos quatro anos, enquanto o artista buscava apartamentos ou casas para alugar pela cidade de São Paulo. Os ambientes sugeridos nessas gravações oscilam entre o que se vê e o que se imagina que possa ter acontecido neles.
Partindo da idéia de que a presença do outro é sempre percebida subjetivamente, o trabalho discorre sobre as evidências que pontuam nossa percepção no espaço em relação às pessoas que o percorrem ou o habitaram. As imagens são como visões vagas, resultado da noção enganosa que as formas podem produzir. Estas se transformam, as paredes se modificam, o espaço se reconfigura e atribui-se memória a este ambiente.
De acordo com o artista, “a mostra apresenta as minhas inquietações em um campo de novas buscas. Uma busca que não reflete fórmulas conhecidas dos vídeos de arte, que se mostra diferente de meus filmes e vídeos dos anos 90. Que retira do ordinário e das evidências mais banais uma outra forma de percepção para a informação contida nas imagens. Uma outra arquitetura, um outro cinema e outras possibilidades de encontro entre o espaço e as imagens em movimento”.
Lucas Bambozzi trabalha com vídeo e meios eletrônicos desde o início dos anos 90, sendo um dos artistas brasileiros mais conhecidos no exterior no campo das novas mídias. Nasceu em Matão, São Paulo, em 1965, e formou-se em comunicação social e jornalismo pela UFMG, em Belo Horizonte. Seus trabalhos incluem instalações, videoclipes e vídeos experimentais. Foi um dos fundadores do ForumBHZVideo e curador de vídeo do MIS, na capital paulistana. Atua também como crítico, curador e distribuidor de trabalhos criativos em artes eletrônicas.
Recentes exposições individuais incluem Da Obsolescência Programada, em 3 Atos apresentada durante o ON_OFF Festival: Experiências em Live Image (Instituto Itaú Cultural, São Paulo, 2009) e TransitionMX, na Cidade do México. Em 2009, o artista participou das mostras Restraint (OBORO et Maison de la Culture Marie-Uguay, Montreal), Geografías Celulares (Espacio Fundación Telefónica, Buenos Aires), Petit Mal (Museo Universitario de Arte Contemporáneo, Cidade do México), Outros Silverinos Remix (Centro Cultural Banco do Brasil, São Paulo) e da itinerante RE:akt! Reconstruction, Re-enactment, Re-reporting, que passou por Bucareste, Ljubljana e Rijeka. A obra de Lucas Bambozzi foi premiada nacional e internacionalmente com o 5º Petrobras Cinema, 4º Prêmio Sergio Motta e 20º Locarno VideoArt Festival entre outros.
Terça a sexta-feira, das 10h às 19h; sábados, das 11h às 17h.


Decidi ir dormir vendo por ultimo as imagens de Alfred Stieglitz, principalmente seus céus.Quando Alfred Stieglitz's (1864-1946) começou a fotografar sua série com nuvens, ele intitulou-a "Songs of the Sky". Mais tarde, ele substituiu o título para "equivalentes". E os retratos que fez da pintora e sua esposa, Georgia O'Keeffe são absolutamente impressionantes!“There is a reality — so subtle that it becomes more real than reality. That’s what I’m trying to get down in photography… I have a vision of life and I try to find equivalents for it sometimes in the form of photographs”.
Stieglitz


Tate Modern 13 October 2009 – 5 April 2010
Amo esse cineasta / documentarista. Para comemorar a recente aquisição de trinta e seis filmes de Frederick Wiseman (1930, Boston), o MOMA, apresenta uma retrospectiva abrangente da obra do diretor. Dispondo de três a quatro filmes por mês, abre com Basic Training (1971), seguida por uma conversa com Wiseman e curador Josh Siegel, e abrange toda a sua carreira, desde Titicut Follies (1967) para seus dois mais recentes projetos, La Danse-A Paris Opera Ballet (2009) e Academia Boxe (2010).