

A pintura do Alex Cerveny foi feita durante 5 anos, impressionante. As bolhas eu vi na rua, indo pra exposição do Daniel Senise, com seus Reinos e lugares cheios de espaços.


A artista plástica japonesa Yayoi Kusama, 79 anos, poderia ser um dos grandes nomes da pop art, como Warhol e Lichtenstein, mas ela abandonou o circuito internacional em 1975, quando decidiu deixar Nova York e voltar para Tóquio, a fim de se internar em um hospital psiquiátrico, onde está até hoje. Kusama sofre de TOC – transtorno obsessivo-compulsivo – em alto grau. Uma de suas maiores obsessões são os pontos. Kusama os vê como símbolo de doença, a enfermidade que toma a tudo e a todos. Eles são onipresentes tanto em sua arte quanto em seu dia-a-dia – a artista costuma cobrir seu corpo e suas roupas com numerosos pontos. Nas entrevistas que concede, ela diz que suas obras são representações das alucinações que sofre, sua maneira de mostrar aos outros as coisas que só ela vê durante seus surtos.
No Japão, Kusama é um grande nome das artes, talvez o mais famoso, e ainda atuante, apesar da idade, do distúrbio e dos 33 anos de internação.

Essa dupla de Londres está aqui em São Paulo até sabado. Hoje fomos a Liberdade com novos olhos. Eles foram convidados pelo MIS pra exibirem seus filmes, depois de um workshop que normalmente fazem na Tate Modern em Londres e tb na India.Palestra "O avesso das tecnologias no cinema experimental" Participantes: Karen Mirza e Brad Butler Dia 8 de maio, às 18h Auditório MIS Programa defilmes experimentais de Karen Mirza e Brad Butler Os filmes de Mirza/Butler se caracterizam pelo questionamento dos problemas do tempo, do enquadramento e da presença no cinema. Confira os filmes experimentais que integram a mostra: Non Places, 1999, 15min, preto e branco, som, 16mm / The Space BetweenColour, 2005, 12min, sem som, 16mm / Images I wished I'd Filmed but couldn't......, 2009, 45min, cor e som, vídeo digital
The Autonomous Object?In The Autonomous Object? Mirza and Butler consider conceptual art as a fieldwork strategy that attempts to articulate ‘thinking’ as an ‘object’. Mirza and Butler have collapsed over 35 performances with passerby’s set in India, Pakistan, New York and London into a boxed object. This object contains an invitation to interpret the work in response to: the changing site of each exhibition | the perceived thinking behind the work | and the screens, surfaces and props in each performance. Each film performance returns to the Modernist concerns within ‘Mirror Film’ by Robert Morris (1969) viewed through postmodern concerns that problematise the location of the performance and the issue of authorship. Perceiving both anthropology and art from this direction Mirza and Butler are suggesting new ways of positioning structural film within revisionist anthropology. This playfully questions whether the camera and or/ its subject matter is acting as the agent, mediator and/or the performer as articulated within the language of contemporary art.



Wim Tellier promove a primeira exposição no Polo Sul, Protect 7-7
Otto Stupakoff se foi! Incrível, pois acho que a notícia de morte de alguns, sempre vai nos tirar o folego por alguns átimos de tempo. Maiores ou menores. Nessa fase em que poucas coisas nos tiram o folego...de certa forma ainda me conforta saber que uma pessoa querida e ícone, como o Otto, que tive o prazer de conhecer pessoalmente, vai pra uma nova esfera...misteriosa e oxalá cheia de luzes ...como uma instalação das mais deliciosas!
Esse tapete é um absurdo! 70 bolinhas de musgo recebem seus respingos depois do banho...e....dizem que não cheira mal nunca! Ilhas de floresta de 6cm de diâmetro...Feito por Miss Nguyen, designer suiça Nguyen La Chanh por £220, mas se conseguir um parceiro pra uma produção maior, o preço pode ficar super acessível, diz ela.


Além do Zocchio ser nosso anfitrião no grupo quiari, 2 vezes por mes, ele é um artista que surpreende cada vez mais. Delicioso ver o processo dele. E agora , astronauta interplanetário! Recomendo que todos passem na Galeria Vermellho o quanto antes pra não perderem, de forma alguma, essa exposição.
Stan Brakhage, cultuado cineasta independente e experimental, americano dos anos 60. Nascido em 14 de janeiro de 1933 em Kansas City (EUA), Brakhage produziu mais de 400 filmes, a maioria deles mudos, com durações que variavam entre 9 segundos a quatro horas e meia, como The Art of Vision. Stan Brakhage, que dirigiu um filme pela primeira vez nos anos 50, se transformou em referência do cinema "underground" com produções como Dog star man e Anticipation of the night. Stan Brakhage realizou filmes autobiográficos (Scenes from under childhood, The machine of Eden), documentários e temas biográficos dedicados a Méliès, Chaplin, Dreyer ou Vigo.
Eu posso dizer , que com uns 15 anos, qdo havia começado a fazer um estágio no Mam do RJ, conheci a obra do Cildo de forma intensa. Pois percebi o qto a arte me inundava de todas as formas, de dentro pra fora de fora pra dentro, enfim...havia chegado numa janela enorme que foi aberta com ele, com o desvio pro vermelho, as moedas, as hóstias, enfim...Cildo é grande referência pra mim. 

Recebi hoje da Marta, uma amiga querida do Rio, essas imagens deliciosas, arraias douradas. Elas medem até 2,1 metros. As arraias douradas também são conhecidos como arraias de nariz de vaca. Deslizando silenciosamente embaixo das ondas, elas transformaram áreas vastas de água azul em ouro no norte da Península de Yucatan. Sandra Critelli, uma fotógrafa amadora, viu o fenômeno enquanto procurava por tubarões baleia. Elas têm barbatanas peitorais pontudas que se separam em dois lóbulos na frente de suas cabeças altas que fazem com que elas pareçam com uma vaca. Apesar de poder dar ferroadas venenosas, elas são tímidas e não ameaçam ninguem quando se reunem em grande quantidade.


BOM DIA, NOITE, de Marco Bellocchio (Buongiorno, Notte - Itália - 2003) 
