domingo, 20 de junho de 2010
bonecas encantadas
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Rochelle Costi
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Augusto de Campos
sábado, 29 de maio de 2010
Fabíola de Francis Alys
Shusaku Arakawa
A família de Shusaku Arakawa não revelou a causa da morte do artista, que nasceu em 1936, em Nagoya, no Japão. Estudou arte em Tóquio. Em 1960 formou um grupo de artistas inspirados no Dadaísmo, introduzindo assim esse conceito no meio artístico japonês. Um ano depois rumou a Nova Iorque, levando consigo apenas onze euros e o número de telefone de Marcel Duchamp, como recorda o "New York Times". Arakawa disse mais tarde que Duchamp viria a tornar-se o seu mentor. Dois anos depois de chegar aos Estados Unidos, inscreveu-se na escola de arte de Brooklyn, mais para obter um visto de residência nos EUA e não tanto pela educação, contava. Aí conheceu Madeline Gins, também estudante. Casaram em 1965. “É imoral que as pessoas tenham de morrer”, disse Gins ao “New York Times”. Arakawa e Madeline exploraram a sua filosofia, a que chamaram Destino Reversível, em poemas, livros, pinturas e edifícios. Em 1963 fundaram a Architectural Body Research Foundation, que praticava a "arquitectura contra a morte" e em cujo site se lê "Decidimos não morrer", e assinaram obras como "Architectural Body" ou "Making Dying Illegal". O arquitecto Steven Holl disse ao “New York Times” que o trabalho do casal era muito enraizado na filosofia japonesa e que “vai levar muitos anos até que as pessoas o entendam totalmente”. Arthur Danto, crítico de arte e filósofo, conviveu com Arakawa durante quarenta anos. “Ele achava mesmo que estava a fazer o trabalho mais importante de todos, superar a morte”, disse Danto. Mas acrescentou que “como é que isso ia acontecer é que nunca foi claro, excepto para ele e Madeline”. Nos últimos anos, filósofos e cientistas usaram o trabalho de Arakawa e Gins como objecto de estudo em diversas conferências.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Crown Fountain
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Candice Breitz

White Cube Hoxton Square acaba de exibir "Factum", uma exposição de novos trabalhos de Candice Breitz, terceira exposição da artista na galeria. Filmado em Toronto, no Canadá, "Factum" é uma série de retratos em vídeo in-depth de gêmeos - e um grupo de trigêmeos - que marca o profundo interesse de Breitz em duplicação, retratos e identidade. Candice Breitz explora as forças internas e externas da individuação e da unidade. Breitz tem freqüentemente mostrado interesse nos modos de alternância do desejo e da repulsa , na mudança entre os amantes, os fãs e celebridades. "Factum" olha a intensidade dessas forças entre os gêmeos idênticos. Cada "Factum" é apresentado como um díptico (e um tríptico), sendo que cada dupla ou trio ao lado de seu irmão ou irmã, vestida de forma quase idêntica e na mesma configuração. Breitz entrevista cada indivíduo sozinho por até sete horas, pedindo a cada dupla o mesmo conjunto de perguntas. A artista, em seguida, transcreve e analisa cada par de entrevistas antes de editar o material em uma conversa dinâmica entre os irmãos, com o entrelaçamento do documentário e ficção constantemente em jogo. As respostas muitas vezes emocionais, revelam a estranheza, as alegrias e dificuldades de viver a vida em paralelo com alguém que compartilha seu código genético exato e que ainda possui uma identidade distinta, com desejos e gostos que podem diferir de maneira sutil ou significativa. Enquanto a entrevista inicial permitiu que cada dupla ou trio pudesse contar sua própria história sem sentir o peso da presença de um irmão, Breitz complica essa relação na obra acabada, introduzindo o outro gêmeo como um interlocutor, que oferece uma perspectiva diferente, com o artista também implicitamente presente como um "terceiro autor ', nas biografias. Através deste formato, como sublinha Breitz qualquer biografia torna-se uma negociação entre as diversas relações, circunstâncias e desejos - para não falar de um património genético.quarta-feira, 12 de maio de 2010
Daniel Rybakken


Daylight Entrance, Stockholm, 2010objeto verde
moment in time
Minha foto saiu no moment in time do New York Times no dia 2 de maio. Adorei.segunda-feira, 3 de maio de 2010
Tadao Ando + Naoshima



Naoshima



1. BENESSE HOUSE A coleção impressionante dentro da Casa Galeria projetada por Tadao Ando www.naoshima-is.co.jp, inclui obras de Hockney, Pollock e Warhol, mas é o 19 instalações ao ar livre, definido como uma trilha sonora natural de ondas sobrepostas e canto dos pássaros, que rouba o show. Entre elas estão esculturas de Yayoi Kusama / Walter de Maria / Desconhecido, um par de esferas de granito 2 m de altura que pegam reflexos deformados do litoral de Naoshima sobre as suas superfícies polidas 2. HONMURA PROJET ART HOUSE À primeira vista, Honmura é uma sonolenta aldeia de pescadores bem pitoresca, mas se olhar mais de perto você vai descobrir que um punhado de velhas casas de madeira e o santuário da aldeia, foram transformados em instalações de arte permanente, como parte do curso de Arte House Project, www.naoshima-is.co.jp 3. 007 MAN WITH THE MUSEUM TATTOO RED Mais como o sótão de um colecionador maluco que um museu convencional, o único quarto repleto de recordações de James Bond 4. CHICHU ART MUSEUM Inaugurado em 2004, Chichu Art Museum, www.chichu.jp, abriga uma coleção que inclui obras de Claude Monet, Walter de Maria e James Turrell. O prédio, outra das criações Ando Naoshima, é uma casa de concreto construída como uma caverna discreta na encosta, e poderia qualificar como uma obra de arte por si só. 5. I LOVE YU A artista moderna japonêsa Shinro Ohtake se apropriou do tradicional banho público, I Love Yu. Fez tanto um jogo de palavras (yu significa água quente em japonês) e uma instalação de arte totalmente funcionais. A melhor maneira de misturar a arte pop, e ver os mosaicos e erotismo ocasional no reboco das paredes do balneário - dentro e por fora - é ficar nu e mergulhar nas banheiras comuns.Leia mais: http://www.time.com/time/travel/article
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Pascal Broccolichi



Derick Melander


Acabo de conhecer o trabalho do artista Derick Melander,nascido em Saratoga Springs, NY em 1964. Seu pai era um pintor abstrato conhecido por misturar materias inusitados, como vidro espelhado, papel contact, pintura de casa etc. Atualmente mora em Nova Iorque e tem uma Organização de artes chamada TAG. Cria suas esculturas com roupa de segunda mão.As clothing wears, fades, stains and stretches it becomes an intimate record of our physical presence. It traces the edge of the body, defining the boundary between the individual and the outside world.”
http://www.derickmelander.com/
quarta-feira, 21 de abril de 2010
vida marinha psicodélica

Eu adoro mergulhar de garrafa, apesar de não ter parceiros pra isso atualmente (uma lastima! ) e quando aprendi a mergulhar `a 30 metros, íamos a noite com um facho de luz, e era incrível ver os seres marinhos com suas luzes internas fluorescentes, de varias cores. Claro que a água cristalina ajudou muito, na época foi na Martinica, na ilha "Le diamant". Um mundo novo que jamais imaginei e muitos desses seres só saem das tocas durante a noite. Agora os cientistas estão perto de terminar um levantamento das criaturas invisíveis a olho nu que vivem no fundo dos oceanos do planeta. O projeto faz parte do Censo da Vida Marinha que deve ser concluído até outubroL. P. Madin/Instituto Oceanográfico Woods Hole
terça-feira, 20 de abril de 2010
"Pura bellesa" John Baldessari


"I will not make any more boring art”Curadoria: Jessica Morgan, Leslie Jones e Bartomeu Marí. Exposição organizada pela Tate Modern, em Londres, em associação com o Museu de Arte Contemporânea de Barcelona (MACBA). www.macba.es
| John Baldessari. Pura bellesa | |
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domingo, 18 de abril de 2010
texturas de Isfahan


Isfahan, cidade cerca de 400 km ao sul de Teerã no Irã, virou outro destino dos meus sonhos, assim como a Turquia. Ando fascinada com os azulejos e pastilhas ancestrais de ambos. Fico deslumbrada com as texturas impressionantes dessas construções. Soube que a cidade é coberta de telhas azuis e muitas pontes, além de ser conhecida por ser uma das cidades mais descontraídas, com pessoas sociáveis, cheia de jardins e com um bazar perfeito pra se perder (o bom humor nessas viagens é item fundamental!)
O nome da cidade vem do século 16 e significa "a metade do mundo". As fotos acima são da maravilhosa Mesquita Imam, um magnífico edifício completamente coberto de azulejos azuis, marca de Isfahan. Esta mesquita está situada ao sul de Naqsh-e -Jahan ,construído no reinado do xá Abbas.























