segunda-feira, 15 de março de 2010

+Alfred Stieglitz

Decidi ir dormir vendo por ultimo as imagens de Alfred Stieglitz, principalmente seus céus.Quando Alfred Stieglitz's (1864-1946) começou a fotografar sua série com nuvens, ele intitulou-a "Songs of the Sky". Mais tarde, ele substituiu o título para "equivalentes". E os retratos que fez da pintora e sua esposa, Georgia O'Keeffe são absolutamente impressionantes!

“There is a reality — so subtle that it becomes more real than reality. That’s what I’m trying to get down in photography… I have a vision of life and I try to find equivalents for it sometimes in the form of photographs”.

Stieglitz

sábado, 6 de março de 2010

Gordon Matta-Clark

Gordon Matta-Clark, Tree Dance, 1971

Gordon Matta-Clark no MAM

Gordon Matta-Clark: desfazer o espaço
Curadoria:Tatiana Cuevas e Gabriela Rangel
12 de fevereiro a 4 de abril de 2010
Depois da estréia no Museo Nacional de Bellas Artes do Chile, é a vez do Museu de Arte Moderna de São Paulo receber Gordon Matta-Clark: desfazer o espaço, primeira retrospectiva abrangente do artista provocativo e irreverente a excursionar pela América do Sul. Organizada pelo Museo de Arte de Lima em colaboração com o Espólio de Gordon Matta-Clark e o apoio da David Zwirner Gallery, em Nova York, a mostra abrange aspectos da obra e da vida do filho do artista surrealista Roberto Matta, ainda pouco conhecido do grande público neste continente. Gordon Matta Clark: desfazer o espaço investiga a resposta crítica do artista à falência da arquitetura moderna como esforço humanista e ao colapso das políticas habitacionais ao lado de sua preocupação em criar abrigos (residências auto-sustentáveis como paredes de lixo ou “garbage walls”, “basket houses”, casas-balão, entre outros) que ainda pudessem encontrar eco nas mudanças urbanas e nas demandas sociais de vários países da América do Sul.
"Gordon Matta-Clark (1943-1978) adoraria estar agora em São Paulo. "Essa cidade tem problemas que lhe renderiam novos projetos", diz Jane Crawford, viúva do artista americano e detentora de seu espólio. Arquiteto por formação, Matta-Clark teve, na década de 1970, uma carreira artística curta, de apenas dez anos, baseada em Nova York, sua cidade natal. "Era uma metrópole em crise de dinheiro, com fábricas que se transferiram de lá, um tempo diferente. Gordon viu as pessoas vivendo nas ruas e ele era pobre também, mas não chegou a ser um sem-teto", diz Jane, que o conheceu no fim de 1975 e com ele ficou até sua morte. Para as pessoas não dependerem apenas de caixas de papelão como morada, Matta-Clark criou em 1970 o Garbage Wall (Parede de Lixo), uma solução "mais segura" para a construção de casas, quatro versões de muros feitos com embalagens encontradas gratuitamente no lixo e concreto. Hoje, diz a viúva do artista, ele se interessaria pelas favelas."

Miroslaw Balka


The Unilever Series: Miroslaw Balka

Tate Modern 13 October 2009 – 5 April 2010

Miroslaw Balka’s box of darkness is disturbing in its historical echoes but beautiful as well.
The Times
Miroslaw Balka's black hole at Tate Modern is terrifying, awe-inspiring and throught-provoking. It embraces you with a velvet chill.
The Guardian
Ter uma profunda experiência com a escuridão e as sensações mais diversas que essa sensação te causa, como a caverna de Platão.
Cada um cria e sente sua própria jornada física e psicológica. Essa instalação é criada por um dos artistas que mais gosto atualmente. Balka.
A última comissão na Série A Unilever Series - How It Is pelo artista polonês Miroslaw Balka é uma estrutura de aço gigante cinza com uma vasta câmara escura, que na construção reflecte a arquitectura circundante - quase como se o espaço interior do Turbine Hall tivesse sido virado do avesso. Pairando em algum lugar entre a escultura e a arquitetura, em palafitas com 2 metros,13 metros de altura e 30 metros de comprimento. Os visitantes podem andar debaixo dela, ouvindo o som de passos ecoando em aço, ou entrar através de uma rampa em um interior Pitch Black, criando uma sensação de desconforto. Esta câmara faz uma série de alusões à história recente da Polônia - a rampa na entrada do Gueto de Varsóvia, ou os caminhões que levaram os judeus para os campos de concentração de Treblinka ou Auschwitz, por exemplo. Ao entrar no espaço escuro, os visitantes depositam confiança considerável na organização, algo que poderia ser visto também em relação aos riscos recentes, muitas vezes vividos por imigrantes que viajam. Balka pretende proporcionar aos visitantes uma experiência que é simultaneamente pessoal e coletiva, criando uma gama de experiências sensoriais e emocionais através do som, contraste de luz e sombra, a experiência individual e a consciência dos outros, talvez provocando sentimentos de apreensão, excitação e intriga.

Frederick Wiseman

Amo esse cineasta / documentarista. Para comemorar a recente aquisição de trinta e seis filmes de Frederick Wiseman (1930, Boston), o MOMA, apresenta uma retrospectiva abrangente da obra do diretor. Dispondo de três a quatro filmes por mês, abre com Basic Training (1971), seguida por uma conversa com Wiseman e curador Josh Siegel, e abrange toda a sua carreira, desde Titicut Follies (1967) para seus dois mais recentes projetos, La Danse-A Paris Opera Ballet (2009) e Academia Boxe (2010).
Por mais de quatro décadas, Wiseman usou uma câmera de 16mm leve e equipamento de som portátil para estudar o comportamento humano em todas as suas manifestações contraditórias e imprevisíveis, particularmente em situações institucionais ou arregimentada em que a autoridade cria um desequilíbrio de poder, ou onde a democracia está no trabalho.Como os grandes romancistas do século XIX, Wiseman combina a narrativa épica com retratos íntimos. Seus filmes incluem um grande panorama da vida dos americanos (e, mais recentemente, a vida cultural de Paris) uma espécie de moderna comédie humaine que, muito surpreendentemente, nunca perde a sua vitalidade. E apesar de Wiseman abordar seus sujeitos -doutores, bailarinas, soldados, estudantes, beneficiários de assistência social, os operários, os modelos da moda, tratadores, vítimas de violência doméstica, os monges beneditinos, os doentes terminais, com um mínimo de intrusão ou influência, ele traz olhos sensíveis, de confiança, ceticismo penetrante de um advogado, e os impulsos dramáticos de um contador de histórias para chegar àquilo a que Eugène Ionesco, um de seus dramaturgos favorito, chama de "verdade imaginativa." Todos os filmes são dirigidos, editado e produzido por Wiseman.
January 20–December 31, 2010

hotel na floresta

Uma sala na floresta
Noruega. Em uma margem do rio Valldola, numa paisagem absurda, cheia de Pinhos centenários e Natureza com pedras esculpidas, está o Juvet Landscape Hotel, um dos primeiros em "paisagem" na Europa. À primeira vista, os sete quartos, independentes, parecem modestos e despretensiosos. Mas quando você abre a porta e entra, é como se a natureza se apressasse em cumprimentá-lo através das enormes janelas panorâmicas.Você quase pode sentir as árvores roçando você, e a neve branca de gotas de pulverização do rio Valldøla em seu rosto. Nossa...que delícia...

quinta-feira, 4 de março de 2010

METI school

A filosofia do METI (modern education and training institute) is learning with joy!
Os professores ajudam as crianças a desenvolver seus próprios potenciais e usá-los de forma criativa e de forma responsável. O edifício reflecte estas ideias através de suas matérias orgânicas, com técnicas ancestrais e projeto arquitetônico diferenciado.
Fundada em 1978, dipshikha - educação informal, formação e pesquisa para uma sociedade
desenvolvimento é uma organização de desenvolvimento de Bangladesh criada para incentivar a independência
das comunidades rurais em Bangladesh, através do desenvolvimento sustentável.
Construído a mão em quatro meses por arquitetos, artesãos locais, alunos, pais e professores,
esta escola primária em Calcutá, numa vila em Bangladesh, usa métodos tradicionais
e materiais de construção adaptados de novas maneiras. Os arquitetos,
Anna Aeringer da Áustria e Eike Roswag da Alemanha , não pouparam esforços para envolver
as habilidades dos artesãos locais, ajudando a aperfeiçoar os processos com novas técnicas.
METI school in rudrapur dinajpur, bangladesh (clique aqui e veja mais)
built area: 325 m2
cost: $ 22,835
client: dipshikha/ METI non-formal education, training and research society for village development

design and concept: anna heringer
technical, detailed planning and realisation: anna heringer and eike roswag


the METI school won the aga khan award for architecture 2007
all images © kurt hörbst

+ Marilá Dardot

ulyisses/ Ficções

Políptico / Impressão jato de tinta sobre papel Hahnemühle/ 47x67 cm cada

Páginas de um livro imaginado, uma edição bilíngue do Ulysses de James Joyce. Criadas a partir do livro original e uma edição da tradução de Antonio Houaiss para o português, as imagens do trabalho mostram anotações em código de cor que apontam frases com a palavra “word”, “palavra”.

Prólogo/ MARILÁ DARDOT

Ficções é o nome de um livro de Jorge Luis Borges. Pensei que poderia nomear também minha exposição. Afinal, Borges me acompanha desde o começo de tudo isso. E tudo isso sempre teve a ver com ficção. Faz-de-conta. Invencionice. Delírio. Utopia. Arte. Mentira mesmo. Nada do que conto aqui veio nesta ordem nem neste estado em que vou enumerar. Nada disso veio em ordem, na verdade. Todo processo é correnteza, nunca sabemos direito para onde vai nos levar. No começo é intuição. E no final é ficção pura. Comecemos então pela capa. Ou melhor, pela frente: a fachada da galeria, que já foi tanta coisa. E se a fachada se tranformasse em um livro gigante, Um grande livro, Vermelho? A gente se sentiria pequenininho, mas perceberia que tem uma porta, que dá pra entrar. E, como Alice, entraríamos. Lá dentro encontraríamos imagens de um livro aberto. Ele seria composto por dois livros iguais e diferentes. Meio grande, mas é que estaríamos mesmo pequenos. Misturaria duas línguas: Ulyisses. Esse livro eu inventaria. Ao fundo poderíamos ver umas letras gigantes. Pareceriam surgir do chão. Poderíamos andar entre elas. Seria como se de repente as coisas e paisagens pudessem falar: o piso, o céu, o vento, as cidades, as casas, as paredes. Porque as palavras estão por toda parte: entre nós e o outro, e o fora, entre nós e o mundo...

E se isso tudo fosse uma exposição, e ela se chamasse Ficções, como o livro de Borges?

* frase no original, tirada do Ulisses: In words of words for words,palabras.

http://www.canalcontemporaneo.art.br/

Marilá Dardot

my garden for emily dickinson
2009

Livro
12 páginas
20 x 12,6 cm
edição de 30, numerados e assinados

Primeiro livro da coleção Edições Lá de Casa.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Maya Deren

Maya Deren faz bem em qualquer momento. Uma grande inspiracão.
O trabalho de Deren, que foi também dançarina, escritora, poetiza,
coreógrafa e fotógrafa, influenciou o olhar de toda uma geração de cineastas, como Kenneth Anger,
Jonas Mekas, Stan Brakhage e Michael Snow.* *Com uma produção de marcado interesse pela temática do sonho, reflexão, ritmo, visão, ritual e identidade, Deren fez filmes que conversam com campos como a dança e a psicanálise, e foi ao mesmo tempo diretora, roteirista, editora e atriz em vários deles.
*Filmando com pouquíssimo orçamento, ela iniciou sua carreira pioneira ao lado de artistas tão vanguardistas como Marcel Duchamp* e produziu seus trabalhos na contracorrente de Hollywood, terminando por influenciar a própria Indústria, que incorporou elementos de sua obra na produção de cineastas hoje consagrados como David Linch. Seus filmes inovam pela profundidade dos temas e pela ousadia na estruturação da narrativa, que utiliza recursos simples e extrema criatividade – como a continuidade do movimento do ator ou dançarino que leva a uma mudança de espaço físico – para criar efeitos de descontinuidade na cena, estabelecer múltiplos olhares
simultâneos e desdobrar diversas camadas de sentido.Um aspecto único em seu trabalho é que, por meio de uma seqüência de planos
ora objetivos, ora subjetivos, ela explora a não-linearidade da narrativa e brinca com a noção de tempo e espaço do espectador. De maneira igualmente notável, Deren utiliza o recurso da repetição, como em seu primeiro filme,
*Meshes of the Afternoon (1943)*, que elementos de forte sentido psicanalítico – uma faca, uma chave, uma flor e uma alameda – são mostrados de forma repetida e rítmica, quebrando novamente a expectativa de linearidade e lançando o espectador numa narrativa circular que o convoca constantemente a reorganizar sua compreensão do filme.
Sua produção é relevante tanto por suas qualidades artísticas e estéticas quanto por sua importância histórica, pois se trata do trabalho de uma cineasta que marcou decisivamente a linguagem e o olhar do cinema desde o pós-guerra até os nossos dias.
Veja o filme aqui:

sábado, 20 de fevereiro de 2010

coelho gigante

O coletivo de artistas austríacos GELITIN, criaram nos Alpes um coelho de brinquedo com mais de 60 metros de comprimento. Foi idealizado para as pessoas escalarem e deitarem na sua barriga, dormirem...brincarem Agora, os artistas de GELITIN tem o prazer de observar que o coelho pode ser visto através de satélite na internet pelos visitantes do Google Earth. O coelho rosa pálido levou mais de cinco anos para ser construido. É feito de material impermeável e recheado com palha para fazê-lo confortável para descansar. Ele foi colocado em um local chamado Artesina rural nos Alpes italianos, perto de Cuneo e atrai muitos visitantes a cada ano. Wolfgang Gantner de GELITIN disse: "É delicioso fazer você se sentir pequeno, como Gulliver. Você anda em torno dele e você não pode deixar de sorrir. " Nós gostamos de ver os caminhantes subir e relaxar em sua barriga." O grupo GELITIN colocou a localização do coelho no seu sítio, juntamente com uma descrição poética de Hase alemão. Ele diz: "Por detrás de uma colina, como se construído por avós gigantes, encontra-se este coelho grande, para que se sinta tão pequeno quanto uma margarida. Feliz você se sente ao subir ao longo de suas orelhas, quase caindo em sua boca cavernosa, para o barriga e olhar sobre a paisagem de lã rosa do corpo do coelho, um país caiu do céu, orelhas e membros sneaking a distância, de seu lado fluindo coração, fígado e intestinos."

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Alfred Stieglitz

Alfred Stieglitz Equivalent
1923; photograph; gelatin silver print, 4 5/8 in. x 3 5/8 in. (11.75 cm x 9.21 cm); Collection SFMOMA, Alfred Stieglitz Collection, Gift of Georgia O'Keeffe;

“Straight Photography”. Para quem não sabe, o conceito de straight photography (fotografia direta, pura) é utilizado para caracterizar uma vertente da fotografia moderna surgida nos Estados Unidos na década de 1910. Os expoentes mais conhecidos são Alfred Stieglitz (1864 – 1946), Paul Strand (1890 – 1976), Edward Weston (1886 – 1958) e Anselm Adams (1902 – 1984). Refere-se a imagens feitas pelo contato direto da câmera com a realidade, sem intervenções no laboratório ou na cópia. Apesar de apresentar diversos pontos em comum com as vanguardas européias, como a nova objetividade fotográfica e a nova visão, o movimento norte-americano distingue-se por enfatizar a noção de fotografia como expressão subjetiva. Esses artistas começam a se distanciar das técnicas e temas pictorialistas que haviam caracterizado seu trabalho até então.

Por volta de 1907, Stieglitz, líder do Photo-Secession, direciona seu trabalho para os pressupostos da fotografia direta. Começa a trabalhar com negativos de grande formato copiados por contato em papel brilhante, na época considerado inapropriado para a realização de fotos artísticas, pois não permitia retoques posteriores. Ele se volta para retratos, cenas urbanas – quase sempre feitas da janela de seu apartamento em Nova York – e, sobretudo, para a natureza. Um de seus trabalhos mais conhecidos é Equivalentes, uma série de fotografias de nuvens que revelam o apreço de Stieglitz por temas prosaicos, além de exemplificar procedimentos comuns em sua obra, como o trabalho de imagens fragmentadas semelhantes a abstrações.http://luciaadverse.wordpress.com/category/fotografia/historia-da-fotografia/

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

+yayoi kusama

Confesso que adoraria poder ver tudo isso junto.
yayoi kusama: I want to live forever
PAC padiglione d'arte contemporanea, milan de agora até 14 de fevereiro, 2010

jardim móvel

Adorei isso! completamente prático e estimulante pra por a mão na massa...
bacsac nasceu quando Godefroy, designer francês de Virieu, conheceu Louis, paisagista de Fleurieu e Desurmont Virgile. Juntos, eles buscaram uma solução alternativa para evitar as restrições de criação de um jardim na cidade (levando em consideração as dificuldades de transporte, excesso de peso, etc.)

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Tim Simmons

No Verão passado, pela primeira vez Tim Simmons, artista fotográfo, teve a oportunidade de projetar seu trabalho em um outdoor na noite, como parte da exposição Arte Aberto no Latitude Festival, em Suffolk. Após o sucesso deste evento de instalação, ele chega com seu projeto INTERVENTION PROJECT em uma jornada através do Reino Unido em 2010, começando com uma grande tela de instalação ao ar livre no London Art Fair, em janeiro. A intervenção consiste em fotos de grande escala, paisagens etéreas. O método fotográfico que utiliza gera imagens que têm uma qualidade surreal. Fantasia boa pra começar o ano!
http://www.interventionprojects.com/

feliz ano novooo!!!!


quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

quiari revista #1

foto Rochelle Costi
Quiari realiza sua primeira revista. #1. Noite maravilhosa.
Fim de ano . 26 pessoas do grupo fizeram uma pagina , frente e verso A3,
e uma capa, sorteada num amigo secreto. O resultado ficou em A4.
Todos felizes.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

hiato na minha janela


meu jardim

Minhas romãzinhas cheias de brotos orrraaange , junto com a epoméia "rubra" que abre e fecha todo dia O jasmim que cheira suave e me dá uns cheirinhos de surpresa pelo dia a fora. O par do meu agapanto que já fora solitário, e a fauna que surge no jardim...essa lagarta nunca tinha visto.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Diário de Sintra

Estas fotos são da Paula Gaitán, (facebook) do filme: Diário de Sintra
Um filme com DNA. Um filme que te mergulha em muitas camadas e empresta sua respiração pra entrar num ritual de memórias. Dissolver o tempo nas fotos que vão sendo espalhadas por toda Sintra. Poder ouvir e ver o Glauber* pai. Filme poesia para um "orfítico" , se é que não me engano com a palavra, dita pelo próprio*...filho de Orfeu. Linda e intransferível homenagem . Viva Paula!!! Obrigada. Me emocionei mesmo. Imperdível pros que apreciam o tempo biológico.
Cine Artplex a partir dessa sexta feira, dia 11 de Dezembro.

Mark Tansey

Fiquei impressionada com essa pintura a óleo. Vejo muitos rostos. Ele vai expor no início do ano na Gagosian de NY. Ainda não tenho detalhes. Acabei de conhecer seu trabalho por esta tela...que especialmente adorei.