Adoro especialmente seu texto:
"Adorno deu um ultimatum: ou a arte sustentava
seus elos com o mundo cá fora ou defendia até a
morte sua autonomia. E por morte ele queria dizer
isso mesmo: a morte da arte, ou pelo menos de
sua eficácia, depois de cortado o oxigênio que por
cima dela sopra nossa humilde labuta do dia-a-dia"
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