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domingo, 4 de outubro de 2009

Pipilotti Rist


Amanhã teremos mais de Pipilotti Rist no Paço das Artes e no MIS. leia texto do site do MIS
O MIS e o Paço das Artes apresentam a mostra da suíça Pipilotti Rist, uma das principais representantes da videoarte mundial. Com curadoria de Daniela Bousso, a exposição explora temas que permeiam a produção da artista, como fantasia, sonho, prazer e erotismo.

Organizada em dois núcleos, um no Paço das Artes e outro no MIS, a mostra traz a São Paulo uma retrospectiva do trabalho da artista. Enquanto a videoinstalação A Liberty Statue for London (2005) foi especialmente adaptada para o Espaço Redondo do MIS, o Paço das Artes abrigará 10 peças de diferentes períodos.

A Liberty Statue for London apresenta a viagem da pré-histórica personagem Pepperminta desde sua saída do Éden por meio de um corredor/túnel (uma espécie de canal de parto artificial) até uma cidade europeia contemporânea. Contrariando a tradição judaico-cristã, Pipilotti Rist não apresenta a transição do paraíso para a civilização como uma queda: Pepperminta simplesmente testemunha excitação e alucinação. Aparentemente, essa aceitação é o que a torna, como afirma Rist, “um símbolo para o ser humano filosófico”. A instalação foi exibida pela primeira vez em Londres em 2005.

Pipilotti Rist nasceu em Grabs, Suíça, em 1962. Ganhou projeção na década de 1980 e gradativamente passou do formato da tela de vídeo para instalações audiovisuais monumentais ou imersivas. Ao longo de sua carreira, apresentou seu trabalho em espaços como o Centro Georges Pompidou, em Paris, e o Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA). No Brasil, já expôs na 22ª Bienal de Arte de São Paulo, em 1994. Em 1997, ganhou o Prêmio 2000 da Bienal de Veneza, onde também foi destaque, em 2005, com a obra Homo sapiens sapiens.
exposição
06out2009 - 03jan2010
Abertura: 5out, seg, 20h no Paço das Artes

espaço redondo
R$ 4,00. Meia-entrada: R$ 2,00. Maiores de 65 anos grátis. Grátis aos domingos.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Karen Mirza e Brad Butler

Essa dupla de Londres está aqui em São Paulo até sabado. Hoje fomos a Liberdade com novos olhos. Eles foram convidados pelo MIS pra exibirem seus filmes, depois de um workshop que normalmente fazem na Tate Modern em Londres e tb na India.
*vou colocar um pouco do trabalho deles aqui com link, clique e veja mais.

Palestra "O avesso das tecnologias no cinema experimental" Participantes: Karen Mirza e Brad Butler                         Dia 8 de maio, às 18h Auditório MIS Programa defilmes experimentais de Karen Mirza e Brad Butler Os filmes de Mirza/Butler se caracterizam pelo questionamento dos problemas do tempo, do enquadramento e da presença no cinema. Confira os filmes experimentais que integram a mostra: Non Places, 1999, 15min, preto e branco, som, 16mm / The Space BetweenColour, 2005, 12min, sem som, 16mm / Images I wished I'd Filmed but couldn't......2009, 45min, cor e som, vídeo digital

The Autonomous Object?In The Autonomous Object? Mirza and Butler consider conceptual art as a fieldwork strategy that attempts to articulate ‘thinking’ as an ‘object’. Mirza and Butler have collapsed over 35 performances with passerby’s set in India, Pakistan, New York and London into a boxed object. This object contains an invitation to interpret the work in response to: the changing site of each exhibition | the perceived thinking behind the work | and the screens, surfaces and props in each performance. Each film performance returns to the Modernist concerns within ‘Mirror Film’ by Robert Morris (1969) viewed through postmodern concerns that problematise the location of the performance and the issue of authorship. Perceiving both anthropology and art from this direction Mirza and Butler are suggesting new ways of positioning structural film within revisionist anthropology. This playfully questions whether the camera and or/ its subject matter is acting as the agent, mediator and/or the performer as articulated within the language of contemporary art.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

quarta feira de cinzas, Cao e Rivane

Quarta-Feira da Cinzas / Epilogue  2006

Acabo de ver hoje no Mis, os dez filmes, que não longas, do Cao Guimarães e alguns com a Rivane Neuenschwander. Como foi especial ver as placas, em outra exposição simultânea na Nara Roesler
Uma imersão naquele universo do mínimo que é máximo. Foi incrível 
perceber que a trilha do "Grivo" é quase uma pulsão a mais dos sons 
naturais e o som direto da imagem. O filme que mais me pegou hoje, 
pois cada vez um diferente me captura, foi o das formigas carregando 
confetes de papel espelho, como se fosse uma animação de círculos 
coloridos e espelhados, brilhando e entrando no buraco do formigueiro. 
Vai até dia 16 de Maio, nas duas galerias.