sábado, 16 de julho de 2011

John Armleder











John Armleder, um artista performático, pintor, escultor, crítico e curador, e expedicionário, é consistente apenas em sua disposição de assumir riscos criativos. Os críticos elogiam sua magistral capacidade do uso de diferentes mídias e a abstração sofisticada que informa o seu processo artístico, mas Armleder mesmo parece estar mais preocupado com uma forma de pensar do que uma mecânica simples de fazer. Ele começa com uma idéia, e o resto é uma questão de conseqüência. Foi um membro do Groupe com sede em Genebra, ele estava também muito envolvido com o Fluxus na década de 1960 e 1970 e foi membro fundador do Groupe Ecart em 1969, conhecido principalmente por suas apresentações e publicações. Sua obra continua a demonstrar as preocupações destes grupos, abandonando as hierarquias de diferentes gêneros artísticos e objetos. Estas preocupações permanecem evidentes em seu corpo de trabalho mais recente. Usando uma infinidade de materiais, incluindo televisores, andaimes, espelhos, luzes, aparelhos de CD, animais, plantas em vaso e árvores de Natal, ele criou um mundo turbulento e mágico de beleza e mistério desorientador. Armleder frequentemente examina o contexto em que a arte é apresentado e vê a exposição como um meio em si mesmo com suas instalações. Em trabalhos anteriores ele questionou a noção da autenticidade da arte com instalações que uniu objetos encontrados (de segunda mão ou novos), com pinturas abstratas executadas por Armleder, muitos dos quais, ironicamente, se refere a exemplos modernistas. Ele cria diálogos entre objetos díspares, colocando-os dentro do contexto das exposições, levantando a questão de equivalências possíveis que são criados entre eles quando vistos em tal cenário. Nascido em Genebra em 1948, Armleder estudou na École des Beaux-Arts, em Genebra (1966-7) e na Escola de Verão Glamorgan, Grã-Bretanha (1969). Ele está atualmente sediado em Genebra, mas vive e trabalha em atividade contínua ao redor do mundo, especialmente em Nova York.

3 comentários:

Anônimo disse...

Esse eu conheço... é incrível !!!!
Eu vi no ano passado uma instalação dele em Paris..
Tinha uma obra de arvores de natal, que parecia um "coral marinho" gigante, um sonho.
E essas bolhas enormes, leves e metálicas,a gente podia andar no meio delas, e como o ambiente era MUITO fortemente iluminado, chegar a dar vertigem !!!
Que lembrança otima nessa semana !!!


Baccio


Ricardo Silva

Anônimo disse...

Acordei pensando na tão incompreendida brasileira Maria Martins... Não sei porque, mas as coisas dela mexem tanto com o meu lado onírico...


Baccio

Ricardo Silva

andréa velloso disse...

que bom que viu ao vivo! luxo...adoraria ter visto a o que expos na Tate...com bichos televisões e papéis de parede estampados....quero muito ver in loco soon.
Quem é Maria Martins?